Em Manaus, o operador das fábricas do Coroado e do Distrito Industrial vive uma rotina diferente de 5 anos atrás.
- Turno começa com checagem de dashboards, não de máquinas
- Alertas de manutenção chegam por app antes da falha acontecer
- Treinamento contínuo substituiu o "aprende fazendo"
- Rotação entre setores digitais virou padrão na Samsung e Honda
O operário braçal virou operador de sistemas. O chão de fábrica tem mais tela do que graxa.
Para quem mora no Japiim, a distância até o Distrito é a mesma. A diferença está na qualificação exigida ao chegar.
Qual mudança mais te surpreende?